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Dori Boucault orienta sobre gastos da segunda parcela do 13º salário – G1

Especialista do LTSA Advogados recomenda que dinheiro do 13º salário seja aplicado no pagamento de dívidas em primeiro lugar.

Fonte G1.com

Dori Boucault orienta sobre gastos da segunda parcela do 13º salário - G1

Os trabalhadores estão para receber a segunda e última parcela do 13º salário. O especialista em consumo Dori Boucault, de Mogi das Cruzes, alerta que o consumidor deve ficar atento em como gastar esse dinheiro extra.

Para ele, o primeiro passo é avaliar com cautela as dívidas. “Se tem dívida com cheque especial e/ou cartão de crédito é melhor direcionar a segunda parcela do 13º salário, para eliminar isso.”

Boucault destaca que os juros do cartão de crédito no Brasil são altissímos. “Também é preciso aproveitar esse dinheiro e renegociar dívidas. Não fuja do seu credor. Procure e faça uma proposta dentro da sua realidade. Faça por escrito e nada de boca.”

Para os sortudos que não têm dívida, o especialista afirma que o planejamento é o ideal para evitar que 2018 tenha início com problemas. “Todo início de ano é a mesma coisa, tem IPVA, IPTU, matrícula escolar, uniforme escolar e material escolar. Por isso, não gaste o 13º salário sem pensar nessas despesas. Faça o planejamento.”

A viagem de férias é outro fator que pode gerar dor de cabeça no futuro. Boucault destaca que a passagem e hospedagem podem estar pagas até a data do passeio, mas depois podem surgir despesas que precisam ser planejadas. “Senão lá vem o cartão cheio de despesas que pode virar uma dívida grande.”

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Dori Boucault Especialista em Direito do Consumidor e Fornecedor

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Dori Boucault orienta sobre Direitos que poucos Consumidores conhecem

Dori Boucault alerta para cuidados com compras pela internet. Além disso, atendimento preferencial inclui agora lactantes e obesos.

Fonte G1.com

Dori Boucault orienta sobre Direitos que poucos Consumidores conhecem

O Consumidor tem consciência dos seus direitos, mas alguns ainda são desconhecidos do grande público. O especialista em consumo Dori Boucault, de Mogi das Cruzes, lista os direitos que poucas pessoas exigem. Um deles é o contrato para os serviços e produtos adquiridos pela internet ou telefone.

“Pouca gente conhece, mas qualquer compra feita dessa forma, a empresa precisa enviar em no máximo 15 dias úteis o contrato. Já o consumidor tem sete dias úteis para ficar ou não vinculado ao contrato”, explicou Boucault. Outra orientação do especialista é que o consumidor não assine nada sem ler e, se não entender o contrato, que procure alguém para orientá-lo.

Outro Direito do Consumidor é o de não ter o nome de cobrança nos envelopes. “Imagina você mora em um condomínio e entregam a carta com um carimbo de cobrança ou débito. O consumidor não pode ser colocado em situações vergonhosa. Ele precisa ser comunicado da dívida sim, mas sem alerta.”

Dori Boucault destacou que se o consumidor pagou a mais por uma dívida, ele tem direito a ser ressarcido. “Vamos supor que a dívida era de R$ 100 e pagou R$ 150. Ele deve receber em dobro esses R$ 50 que pagou a mais.”

O especialista ainda informou que o atendimento preferencial teve mudanças e agora inclui as lactantes e os obesos. “Isso vale em serviços essenciais e filas. Mas a pessoa deve se identificar e pedir seu atendimento preferencial.”

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Plano de Saúde Cobertura ao Beneficiário Negada

O que fazer quando ocorre pelo Plano de Saúde Cobertura ao Beneficiário Negada?
Plano de Saúde Cobertura ao Beneficiário Negada

Ao contratar um plano de saúde, o contratante – quando precisar acioná-lo – espera que esse seguro cubra a sua necessidade.

Paga-se mensalmente e no prazo para ter certeza de que na hora de um imprevisto, a que todos estamos sujeitos, o plano de saúde cubra o valor da despesa médica diretamente, sem criar nenhum obstáculo.

Contudo, não é sempre que isso acontece. o que era para ser a solução, passa a ser um grande problema.

É muito comum nos depararmos com situações dramáticas de recusa de cobertura todos os dias:

– falta atualização para pacientes que estão em ambulâncias para serem internados

– remédios receitados que não são disponibilizados

– falta de leitos especiais dentre outros.

E isso levando em conta o momento de desespero e vulnerabilidade em que o paciente/cliente do plano se encontra.

Veja também:
Contrato de plano de saúde

Os planos de saúde se recusam a cobrir a despesa médica alegando inadimplência, doença crônica não informada previamente, acionamento do plano dentro do período de carência, manutenção do vínculo laboral anterior, além do aumento de valores da mensalidade pela faixa etária.

E até bem pouco tempo e isso funcionava como uma sentença para beneficiários que não tinha como reagir a isso.

Porém, essa “soberania” dos planos de saúde vem perdendo força. Nossos tribunais vem atendendo a diversas demandas contra recusa de cobertura dos planos de saúde, obrigado a prestação do tratamento em indenização por danos morais.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) considera que a recusa em prestar assistência agrava o estado de saúde do segurado e que por isso tem direito a essa compensação.

Em uma demanda onde houve recusa no atendimento do parto de uma beneficiária, ocorreu o pagamento de R$ 50.000 de indenização por danos morais.

Outrossim, o tratamento a ser coberto deverá ser o prescrito pelo médico, como os remédios e demais materiais necessários para o bem-estar do paciente, e o plano não pode em nenhuma hipótese, intervir nessa seara.

Dessa forma, o paciente que tiveram direito de cobertura e atendimento médico contratado recusado poderá acessar as vias judiciais, para ver seu direito garantido ou ressarcido e ainda receber indenização por danos morais, pela agonia, constrangimento e, por vezes, agravamento do seu estado de saúde.

Dori Boucault Indenização por Atraso na Obra

Fonte: Actual Magazine

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Cancelamento de Voo – Indenização aos clientes

O não comparecimento na ida anulou a passagem de volta. E gerou indenização pelo cancelamento de voo.

No show no embarque e o cancelamento da passagem de volta

A 19ª Câmara de Direito Privado do TJ/SP condenou uma empresa aérea a indenizar clientes por cancelamento de voo de retorno por não comparecimento na viagem de ida, cláusula conhecida como no-show.

Os clientes receberam R$ 8000,00 por danos morais.

Os autores avião comprado passagens de ida e volta de São Paulo para Presidente Prudente, mas acabaram indo para a cidade de destino de outra forma.

Quando foram voltar para a capital, a empresa aérea tinha efetuado o cancelamento de voo em virtude da não apresentação dos autores para realização do voo de ida.

A empresa afirma que esse valor da cláusula denominada no-show, com a qual os consumidores supostamente concordaram ao efetuar a compra.

Mas, no acórdão, o Tribunal consignou que a empresa não cumpriu o dever de informar os clientes de forma imediata, de fácil compreensão e com destaque.

“O consumidor que não é habituado a peculiaridades de viagens aéreas, ou tão pouco afeito à terminologia estrangeira “no-show”, jamais teria elementos para saber que o voo da volta seria automaticamente cancelado pelo simples não comparecimento ao voo de ida.

A simples exigência de que o consumidor clique em caixa de seleção checkbox no momento da compra da passagem, com os dizeres ‘estou de acordo com o contrato’ não é suficiente para atender ao dever de informar previsto no Código de Defesa do Consumidor (art. 6º, inciso III) ou muito menos o mandamento de destaque das cláusulas limitativas de direitos.”

Na decisão, consta que a cláusula de no show, inserida em contrato de adesão, deve ser obrigatoriamente apresentada como destaque o consumidor. A decisão do colegiado foi por maioria.

Cancelamento de Voo - Indenização aos clientes

Fonte: Actual Magazine

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Os advogados da área de relações de consumo do LTSA Advogados estão aptos a prestar assessoria em qualquer assunto que envolva questões de direito do consumidor em relação a problemas com companhias aéreas, especialmente atraso e/ou cancelamento de voo, indenização por no show e extravio de bagagem, dentre outros. Consulte-nos.